segunda-feira, 21 de agosto de 2017

S. Pio X Pp, memória



S. Pio X, papa, +1914


Pio X, nasceu no dia 2 de Junho do ano 1835, em Riese, no Treviso, norte da Itália. Foi baptizado no dia seguinte com o nome de José Melchior. Sua mãe, Margarida Sanson, ficou viúva com dez filhos para criar. Foi ordenado sacerdote aos 23 anos de idade, tendo sido capelão em Tombolo; por outros nove anos, pároco em Salzano; mais nove anos cónego e diretor espiritual em Treviso; nove anos Bispo de Mântua e outros nove anos cardeal-patriarca de Veneza; por último foi Papa durante onze anos (de 1903 a 1914). Seu pontificado foi excepcionalmente fecundo pela organização interna da Igreja. Pouco inclinado às finezas diplomáticas, não cuidou das relações da Igreja com o poder político.

Sua divisa era "Restaurar tudo em Cristo" . Promoveu a renovação litúrgica, reformando a música sacra, propôs aos fieis a comunhão frequente, favoreceu a organização da Cúria e a fundação de um Instituto Bíblico em Roma. 

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza



A coragem na oração



Devemos continuar a gritar como esta mulher: ‘Senhor, ajuda-me’!


«Devemos continuar a gritar como esta mulher: Senhor, ajuda-me! Senhor ajuda-me!» Gritar deste modo, com perseverança e coragem. Eis a coragem que é preciso na oração: o papa Francisco exortou os fiéis a rezarem sem desfalecer, com fé, antes do angelus deste domingo de 20 de agosto de 2017.

O papa dirigiu a palavra desde a janela do escritório do palácio apostólico do Vaticano que dá para a praça de S. Pedro, a uma multidão de cerca de 10,000 peregrinos reunidos na praça de S. Pedro, para o angelus do meio-dia.

O Senhor não volta as costas às nossas necessidades, e, se por vezes, parece insensível aos nossos pedidos de ajuda, é para pôr à prova a nossa fé e fortificá-la, explicou o papa.

O papa encorajou os fiéis a invocarem o Espírito Santo e a pedir a Maria para que «ela nos ajude a obter uma fé forte, cheia de amor e um amor que se faz súplica corajosa a Deus.»

Depois do angelus, o papa rezou com a multidão pelas vítimas dos atentados do Burkina Faso, da Espanha e de Turku, pelos feridos e por suas famílias.

Também saúdou “os membros da associação francesa “Corremos pela Esperança”, vindos de bicicleta desde Besançon, em favor das crianças doentes.

Eis a nossa tradução completa das palavras do papa Francisco, pronunciadas em italiano antes e depois do angelus.

AB

Antes do angelus

Caros irmãos e irmãs, as minhas saudações!

O evangelho de hoje (Mt 15, 21-28) apresenta-nos um espantoso exemplo de fé, neste encontro de Jesus com uma mulher cananeia, uma estrangeira para os Judeus.

A cena passa-se quando Jesus se dirige para as cidades de Tiro e Sidônia, no noroeste da Galileia: é aí que a mulher implora que Jesus venha curar a sua filha que “está muito atormentada por um demônio” (v.22).

Num primeiro momento, o Senhor parece não escutar o seu grito de dor, a ponto de suscitar a intervenção dos discípulos que intercedem por ela. A aparente indiferença de Jesus não desencoraja esta mãe, que persiste no seu pedido.

A força interior desta mulher, que lhe permite de ultrapassar todo o obstáculo, deve procurar-se no seu amor materno e na confiança de que Jesus pode atender o seu pedido.

Podemos dizer que é o amor que põe em ação a fé e a fé, por sua vez, torna-se a recompensa do amor.

O seu amor pela sua filha condu-la a gritar : «tem piedade de mim, Senhor, filho de David !» (v.22). É a sua fé perseverante em Jesus que não a deixa desanimar, mesmo diante da rejeição inicial de Jesus. Por isso, a mulher «prostrou-se diante dele dizendo: Senhor ajuda-me!» (v.25).

Finalmente, diante a perseverança desta mulher, Jesus enche-se de admiração, quase estupefacto, pela fé de uma mulher pagã. Ele atende o seu pedido dizendo: «Mulher, é grande a tua fé! Que se faça segundo o teu desejo! E a partir desse instante a sua filha foi curada» (v.28).

Esta mulher simples é apresentada por Jesus como um exemplo de fé inquebrantável. A sua insistência a pedir a intervenção de Cristo é para nós um estímulo a não desanimarmos quando somos oprimidos pelas duras provas da vida.

O Senhor não volta as costas às nossas necessidades, e, se por vezes, ele parece insensível aos nossos pedidos de ajuda, é para pôr à prova a nossa fé e fortificá-la.

Devemos continuar a gritar como esta mulher: «Senhor, ajuda-me! Senhor, ajuda-me!». Desta maneira, com perseverança e coragem. Eis a coragem que é preciso na oração.

Este episódio do evangelho ajuda-nos a compreender que todos temos necessidade de crescer na fé e de fortificar a nossa confiança em Jesus. Ele pode ajudar-nos a reencontrar o caminho, quando nos desviamos da bússola do nosso caminho, quando a vida não aparece direita, mas rude e árdua; quando é difícil ser fiel aos nossos compromissos.

É importante alimentar a nossa fé cada dia pela escuta atenta da Palavra de Deus, pela celebração dos sacramentos, pela oração pessoal como um «grito» a Ele dirigido, e com atitudes concretas de caridade para com o próximo.

Confiemo-nos ao Espírito Santo para que nos ajude a perseverar na fé. O Espírito infunde a audácia no coração dos fiéis; ele dá à nossa vida e ao nosso testemunho cristão a força da convicção e da persuasão. Ele encoraja-nos a vencer a incredulidade para com Deus e a indiferença para com os nossos irmãos.

Que a Virgem Maria nos torne cada vez mais conscientes da nossa necessidade do Senhor e do seu Espírito; que nos obtenha de Deus a graça de uma fé forte, cheia de amor, e um amor que se faz súplica corajosa a Deus.

Angelus Domini… [O anjo do Senhor…]

Depois do angelus

Caros irmãos e irmãs, levamos em nosso coração a dor dos atentados terroristas que causaram numerosas vítimas nestes últimos dias no Burkina Faso, em Espanha e na Finlândia. Rezemos pelos defuntos destes atentados, pelos feridos e por suas famílias. E peçamos ao Senhor, Deus de misericórdia e de paz, que liberte o mundo desta violência inumana.

Saúdo-vos cordialmente, caros peregrinos italianos e dos diferentes países. Saúdo em especial os membros da associação francesa “Corremos pela Esperança”, vindos de bicicleta desde Besançon; os novos seminaristas e os superiores do Colégio norte-americano de Roma; os acólitos de Rivoltella (Brescia) e os jovens rapazes e raparigas de Zevio (Vérone).

Desejo a todos um bom domingo. Por favor, não se esqueçam de rezar por mim. Bom almoço! Adeus!

Fonte: zenit.org

SCAV - Fortaleza

Assunção da Virgem Maria: “A vitória total contra a morte”



“Não estamos feitos para a morte, mas para a vida, para a ressurreição”


COMENTÁRIO À LITURGIA 

Assunção da Virgem Maria


Ciclo A: Ap 11, 19; 12, 1-6.10; 1 Cor 15, 20-27; Lc 1, 39-56

Pe. Antonio Rivero L. C., Doutor em Teologia Espiritual, professor e diretor espiritual no centro de Noviciado e Humanidades Clássicas da Legião de Cristo em Monterrey (México).

Ideia principal: Hoje celebramos a festa do primeiro ser humano- Maria- que, depois de Cristo seu Filho, experimentou a vitória total contra a morte, também corporalmente. Não estamos feitos para a morte, mas para a vida, para a ressurreição (segunda leitura).

Resumo da mensagem: Este foi o último dogma proclamado pelo Papa Pio XII em 1 novembro de 1950: “Pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus, sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. Depois de ter lutado contra todos os inimigos da nossa alma (primeira leitura) e graças a que Cristo venceu o último inimigo- a morte- (Segunda leitura), Deus nos concederá a ressurreição do nosso corpo.

Pontos da ideia principal:

Em primeiro lugar, o que significa que Maria foi elevada al céu em corpo e alma? Maria, como primeira seguidora de Jesus, é a primeira cristã e a primeira salvada pela Páscoa do seu Filho; participa já da vitória do seu Filho, e é elevada à glória definitiva em corpo e alma. O motivo deste privilégio formula bem o prefácio de hoje: “com razão não quisestes, Senhor, que conhecesse a corrupção do sepulcro a mulher que, por obra do Espírito, concebeu no seu seio o autor da vida, Jesus Cristo”. Por que este privilégio? Porque Ela foi radicalmente dócil na sua vida respondendo com um “sim” total à sua vocação, desde a humildade radical (evangelho). Ela esteve presente com Jesus, até o final, lutando contra o dragão que queria devorar o seu Filho (primeira leitura).

Em segundo lugar, o que significa para nós esta festa? Em Maria se condensa o nosso destino. Da mesma maneira que o seu “sim” foi representante do nosso, também o “ sim” de Deus para Ela, glorificando-a, é um “sim” para todos nós, que somos os seus filhos. Sinala o destino que Ele nos prepara, se vencermos os dragões do mal que nos cercam (segunda leitura) e se caminharmos na fé e na humildade como Maria (evangelho). O nosso destino é a ressurreição final em corpo e alma, como Maria que a obteve antes, como prêmio pela sua fé, humildade e pela sua vida sem pecado, e para poder abraçar o seu querido Filho e preparar junto como Ele um lugar para nós.

Finalmente, esta festa nos infunde esperança e otimismo na nossa vida. O destino da nossa vida não é a morte, porém a vida. Toda a pessoa humana, corpo e espírito, está destinada à vida. O nosso corpo tem, pois, uma grandíssima dignidade; não podemos profaná-lo nem manchá-lo. O que Deus fez em Maria, fará também em nós. Cremos nisso. Esperamos. Desejamos. A nossa história terá um final feliz. Não terminamos no sepulcro, mas na ressurreição do nosso corpo. E a Eucaristia que recebemos semanalmente ou diariamente é a antecipação do que será a nossa glória futura: “quem come a minha Carne e bebe o meu Sangre, tem vida eterna e eu o ressuscitarei no último dia”. A Eucaristia é como a semente e a garantia da vida imortal para os seguidores de Jesus. O que Maria conseguiu- a glorificação definitiva-, nós também conseguiremos, como fruto da Páscoa de Cristo.

Para refletir: ao pensar na ressurreição final, encho-me de alegria e otimismo por saber pela fé que o meu destino é a vida e não a morte no sepulcro? Já aqui na terra estou semeando as sementes da imortalidade e da ressurreição no meu corpo, comungando o Corpo de Cristo na Eucaristia? Esta festa de Maria me convida a levar uma vida de santidade, de fé, de humildade e de amor?

Qualquer sugestão ou dúvida podem se comunicar com o padre Antonio neste e-mail:

arivero@legionaries.org


Fonte: zenit.org

SCAV - Fortaleza

domingo, 20 de agosto de 2017

São Bernardo AbDr.



S. Bernardo de Claraval, abade, Doutor da Igreja, +1153

São Bernardo nasceu no Castelo de Fontaine, próximo de Dijon na França no ano de 1090, o terceiro de seis irmãos. Tescelino, pai de Bernardo, ficou consternado quando, ainda muito jovem, ele decidiu tornar-se monge no convento cistercienses, fundado por São Roberto, em 1098: um após outro, os filhos abandonavam o conforto do castelo para seguir Bernardo: Guido, o primogênito, deixou até a esposa, que também se fez monja; Nissardo, o mais novo, também optou por abandonar os prazeres do mundo, seguido pela única irmã, Umbelina e pelo tio Gaudry, que despiu a pesada armadura para vestir o hábito branco; também Tescelino entrou no mosteiro onde estava praticamente toda a família. Um êxodo tão completo como este nunca se verificou em toda história da Igreja. Por terem muitos outros jovens desejado tornar-se cistercienses, foi necessário fundar outros mosteiros. São Bernardo, então, deixou Citeaux, abraçando uma pesada cruz de madeira e seguido de doze religiosos que cantavam hinos e louvores ao Senhor.

Experientes trabalhadores, como todos os beneditinos, os monges logo levantaram um novo mosteiro, dando-lhe o nome de Claraval. A antiga regra beneditina era aí observada com todo rigor: oração e trabalho, sob a obediência absoluta ao abade. São Bernardo sempre preferiu os caminhos do coração: "Amemos - ele dizia a seus monges - e seremos amados. Naqueles que amamos encontraremos repouso, e o mesmo repouso oferecemos a todos os que amamos. Amar em Deus é ter caridade; procurar ser amado por Deus é servir a caridade." 

Por 38 anos foi guia de uma multidão de monges; cerca de 900 religiosos fizeram votos em sua presença. Para abrigar todos os monges foram construídos mais de 343 mosteiros.

São Bernardo depois de laboriosas jornadas retirava-se para a cela para escrever obras cheias de optimismo e de doçura, como o Tratado do Amor de Deus e o Comentário ao Cântico dos Cânticos que é uma declaração de amor a Maria. É também o compositor do belíssimo hino Ave Maris Stella. Também é sua a invocação: " Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria" da salve-rainha. Foi chamado pelo Papa Pio XII "O último dos Padres da Igreja, e não o menor".

Morreu no dia 20 de agosto do ano 1153.


Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza




Campanha da Fraternidade de 2019



Tema da CF de 2019 é "Fraternidade e políticas públicas"


Os bispos do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) escolheram, na manhã de quarta-feira, 09, o tema da Campanha da Fraternidade 2019. Após empate com outra proposta, foi escolhido – por seis votos a quatro – o tema “Fraternidade e políticas públicas”.

A discussão a respeito da questão foi iniciada na manhã de terça-feira, logo no início da reunião do Conselho. A partir de 98 sugestões, enviadas por dioceses, regionais e órgãos governamentais, entre eles a Polícia Rodoviária Federal, os bispos chegaram a sete eixos temáticos postos em votação hoje: políticas públicas, trânsito, comunicação, família, educação, direitos humanos e fraternidade.

Após retomarem o debate e destacarem elementos importantes relacionados a cada temática, além da pertinência da reflexão no contexto social do Brasil, os bispos propuseram o título completo do tema para votação. Receberam votos as seguintes indicações: “Fraternidade e política públicas”, “Fraternidade: políticas públicas e direitos humanos” e “Trânsito: respeito à vida”.

A proposta vencedora ganhou peso com argumentos que destacavam que “políticas públicas” é um tema mais abrangente e envolve todas outras propostas apreciadas pelos membros do conselho, como direitos humanos e sociais, família, educação, trânsito e comunicação.

Fonte: CNBB

SCAV - Fortaleza

S. João Eudes Presb, MFac



S. João Eudes, presbítero, +1680

São João Eudes, nasceu em Ri, perto de Argentan, na França, no ano de 1601. Ingressou na Congregação do Oratório, fundada por Bérulle, e ordenado sacerdote, dedicou-se à pregação entre o povo. Dois anos se passaram, estourando a epidemia da peste na Normandia e João foi para lá prestar assistência aos doentes. Nunca temeu ser contaminado. Quando o mal parecia debelado, João contraiu-o, mas superou a crise. Restabelecendo-se, retomou suas missões entre o povo. Era um grande pregador, eficaz e seguido.
O Século XVII foi marcado pelo jansenismo, quietismo, filosofismo; é o século da desconfiança, do esquecimento e do desprezo no que se refere à espiritualidade cristã, mas também é o século de grande renovação da piedade e da devoção realizada por homens como Bérulle, Condren, Olier, Vicente de Paulo, Grignon de Montfort e João Eudes.
No ano de 1643, João Eudes fundou a Congregação de Jesus e Maria, cuja finalidade principal era a preparação espiritual dos candidatos ao sacerdócio e a pregação das missões ao povo. Paralelamente a esta, surgiu a congregação feminina chamada Refúgio de Nossa Senhora da Caridade, da qual no século XIX derivou a Congregação do Bom Pastor.
São Pio X definiu São João Eudes pai, doutor e apóstolo da devoção aos sacratíssimos corações de Jesus e de Maria. A influência deste santo foi grande não só em seu país, renovando a velha Normandia, pobre de vida cristã, como também em todo o mundo cristão.
São João Eudes morreu em Caen no dia 19 de agosto do ano 1680, com setenta e nove anos de idade. Foi canonizado no ano de 1925.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza



terça-feira, 15 de agosto de 2017

Assunção de Nossa Senhora, solenidade



Assunção de Nossa Senhora 

[no Brasil essa solenidade é celebrada no domingo]

A morte da Virgem Maria chama-se dormição, porque foi sonho de amor. Não foi triste nem doloroso; foi o cumprimento dum desejo. É probabilíssimo e hoje bastante comum a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos apóstolos. A tradição antiga localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu filho celebrara os mistérios da Eucaristia e onde, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os apóstolos.

Hoje, sobre a parte da área que a Basílica de Constantinopla ocupou, levanta-se a "igreja da Dormição", magnífica rotunda de estilo gótico, consagrada em 1910, cujas pontiagudas torres se descobrem de todos os ângulos de Jerusalém. É lugar preferido por fiéis de todas as confissões cristãs para o seu último descanso na terra. Assim vê-se rodeada de cemitérios católico, grego, armênio e protestante anglicano.

Por meio da Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus", definiu Pio XII esta doutrina como dogma de fé. Dada em Roma, junto de S. Pedro, no ano do grande Jubileu, mil novecentos e cinquenta, no dia primeiro de Novembro, festa de todos os Santos.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza



S. Pio X Pp, memória

S. Pio X, papa, +1914 Pio X, nasceu no dia 2 de Junho do ano 1835, em Riese, no Treviso, norte da Itália. Foi baptizado no dia segu...