sexta-feira, 14 de julho de 2017

S. Camilo de Lellis, festa solene para os religiosos camilianos



S. Camilo de Lellis, presbítero, fundador, +1614

São Camilo de Lellis, nasceu em Bucchianico de Chieti. O seu pai era marquês, homem de armas e dele herdou a coragem e a espada. Ficou muitas vezes internado no hospital de São Thiago em Roma, buscando tratamento para um tumor; pagava a diária do hospital trabalhando como servente, pois o vício do jogo fê-lo perder todo o dinheiro que tinha. Colocou-se então ao serviço dos capuchinhos e, nesse período, teve a graça da conversão e decidiu mudar de vida.

Ficou então como ajudante no hospital, servindo principalmente aos doentes mais repugnantes. Ausentava-se apenas nos domingos de folga, que passava ao lado de São Felipe Néri, pelo qual foi influenciado na determinação da obra que estava para empreender.

Foi no final do Ano Santo de 1575, quando os poucos hospitais romanos se mostravam insuficientes para atender todos os peregrinos necessitados de assistência que São Camilo de Lellis fundou a Congregação dos Ministros, ou seja, servidores dos enfermos que deveriam cuidar espiritualmente e corporalmente dos doentes. Passado dois anos, São Camilo foi ordenado sacerdote e continuou dirigindo os seus religiosos durante mais vinte anos. Atua dedicação aos doentes era tanta, que sempre repetia quando alguém queria tirá-lo do leito dos enfermos: "Estou ocupado com nosso Senhor Jesus Cristo."

São Camilo de Lellis morreu no dia 14 de Julho do ano 1614 e foi canonizado em 1746. Em 1886, foi declarado patrono dos enfermos e dos hospitais.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza


quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sto. Antônio Maria Zacarias Preb, MFac



Santo Antônio Maria Zacarias, presbítero, fundador, +1539

Nasceu em Cremona, por volta de 1502. Sua mãe tinha 18 anos quando ficou viúva. Embora rico, vestia-se com modéstia e escolheu a profissão de médico para ficar mais perto da gente humilde e servir o povo. Em 1528, com 26 anos, abandonou a medicina e fez-se sacerdote. Partiu para Milão e com a ajuda de dois amigos, Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo.

Os "Barnabitas", assim chamados porque residiam junto à igreja de São Barnabé, em Milão, obedeciam a uma Regra e professavam os votos religiosos. Mas não se consideravam monges nem frades. O seu carisma específico era evangelizar e administrar os sacramentos, promovendo a reforma do clero e dos leigos.

Com a ajuda de Luísa Torelli, Condessa de Guastalla, surgiu a congregação feminina das Angélicas, para a reforma dos mosteiros femininos. Santo António Maria Zacarias ajudou na preparação do Concílio de Trento, cuja influência ainda persiste na Igreja de nossos dias. Foi também promotor da devoção à Eucaristia e da adoração ao Santíssimo Sacramento. Morreu em 1539, aos 37 anos, na mesma casa onde tinha nascido, tendo a seu lado sua mãe.


Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza



terça-feira, 4 de julho de 2017

Sta. Isabel de Portugal, MFac



Santa Isabel de Portugal, rainha, +1336

Filha do rei D. Pedro II de Aragão e da rainha D. Constança. Pensa-se que tenha nascido em princípios de 1270. Em Barcelona? Não sabemos ao certo. 

Casou-se em 1282 com D. Dinis, rei de Portugal. Neta de Jaime I o Conquistador, bisneta de Frederico II da Alemanha, deles herdou a energia tenaz e a força de alma. Mas caracterizava-se principalmente pela bondade imensa e pelo espírito equilibrado e justo de Santa Isabel da Hungria, sua parente próxima. Era mulher cheia de doçura e de bondade. Gostava da vida interior e do trabalho silencioso, jejuava dias sem conta ao longo do ano, comovia-se com os que erravam, rezava pelo Livro de Horas, cosia e fazia bordados na companhia das damas e distribuía esmolas aos necessitados. 

Aos 20 anos foi mãe de D. Afonso IV, o Bravo, que foi a sua cruz. Caso único na 1ª dinastia portuguesa, a vida deste homem foi pura e nisto se vê influência de sua mãe.

Era discreta esta jovem rainha que obrigava o filho a obedecer ao pai (ele era o rei), que fingia ignorar as andanças do rei e que criava os seus filhos ilegítimos. Na política peninsular de então, o seu poder moderador fez-se sentir profundamente. Serviu de juiz nas rixas entre D. Dinis, seu irmão e seu turbulento filho.

Após a morte de D. Dinis, vestiu o hábito de Santa Clara. Construiu mosteiros e hospitais. Morreu em Estremoz a 4 de Julho de 1336. Foi canonizada a 25 de Maio de 1625 pelo papa Urbano VIII. Portugal venera-a com a antonomásia de Rainha Santa.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza



S. Tomé Ap, festa



São Tomé, apóstolo, mártir

São Tomé foi um dos doze apóstolos de Jesus. Era israelita. O seu nome consta na lista dos quatro evangelistas. 

O Evangelho de São João dá-lhe grande destaque. Em João 11,16, ele incita os discípulos a seguir Jesus e a morrer com ele na Judéia: "Tomé, chamado Dídimo, disse então aos discípulos: 'Vamos também nós, para morrermos com ele!'"

É ele que pergunta a Jesus, durante a Última Ceia, sobre o caminho que conduz ao Pai: 'Senhor (diz Tomé), não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?' Diz-lhe Jesus: 'Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim'" (João 14,5-6). 

Tomé encontrou Jesus Ressuscitado (João 21,2). Temperamento audacioso e cheio de generosidade, percorreu as etapas da fé e professou que Jesus era realmente Deus e Senhor. Oito dias depois, achavam-se os discípulos, de novo, dentro de casa, e Tomé com eles. Jesus veio, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco!". Disse depois a Tomé: "Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!" Respondeu-lhe Tomé: "Meu Senhor e meu Deus!" (João 20,26-28).

Com este acto de fé e de amor a Jesus, apagou a sua dureza e deixou à Igreja a melhor jaculatória: "Mais nos serviu para a nossa fé, diz S. Gregório Magno, a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos fiéis". 

Felizes os que acreditamos sem ter visto, só em virtude da palavra dos que viram! 

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza


domingo, 2 de julho de 2017

São Pedro e São Paulo, Aps, solenidade



Solenidade de São Pedro e S. Paulo (ofício próprio)


A liturgia da Solenidade dos apóstolos S. Pedro e S. Paulo convida-nos a refletir sobre estas duas figuras e a considerar o seu exemplo de fidelidade a Jesus Cristo e de testemunho do projeto libertador de Deus.

O Evangelho convida os discípulos a aderirem a Jesus e a acolherem-no como "o Messias, Filho de Deus". Dessa adesão, nasce a Igreja - a comunidade dos discípulos de Jesus, convocada e organizada à volta de Pedro. A missão da Igreja é dar testemunho da proposta de salvação que Jesus veio trazer. À Igreja e a Pedro é confiado o poder das chaves - isto é, de interpretar as palavras de Jesus, de adaptar os ensinamentos de Jesus aos desafios do mundo e de acolher na comunidade todos aqueles que aderem à proposta de salvação que Jesus oferece.

A primeira leitura mostra como Deus cauciona o testemunho dos discípulos e como cuida deles quando o mundo os rejeita. Na ação de Deus em favor de Pedro - o apóstolo que é o protagonista da história que este texto dos Atos hoje nos apresenta -, Lucas mostra a solicitude de Deus pela sua Igreja e pelos discípulos que testemunham no mundo a Boa Nova da salvação.

A segunda leitura apresenta-se como o "testamento" de Paulo. Numa espécie de "balanço final" da vida do apóstolo, o autor deste texto recorda a resposta generosa de Paulo ao chamamento que Jesus lhe fez e o seu compromisso total com o Evangelho. É um texto comovente e questionante, que convida os crentes de todas as épocas e lugares a percorrer o caminho cristão com entusiasmo, com entrega, com ânimo - a exemplo de Paulo.

S. Pedro, apóstolo

Comemoramos hoje o dia dedicado ao príncipe dos Apóstolos e primeiro Papa da Igreja, São Pedro. Esta festa foi instituída por volta do século IV, antes mesmo de ser definida a data actual da festa do Natal. 
Ele era um pescador e o seu nome originalmente era Simão, filho de Jonas e irmão de André. Mas Jesus mudou-lhe o nome para Pedro que significa pedra, pois ele seria a rocha forte sobre a qual Jesus edificaria a sua Igreja. Por isso comprovadamente ele foi o primeiro Papa da Igreja Católica Apostólica Romana. 
Uma parte importante da sua vida está documentada nos Evangelhos e nos Atos do Apóstolos; sobre a sua vida em Roma existem muitas e belas narrativas passadas de geração em geração, algumas delas contadas em diferentes romances inspirados nos primeiro tempos da Igreja.
Morreu crucificado como Jesus, mas de cabeça para baixo, pois não se achava digno de morrer de maneira igual ao mestre.

S. Paulo, apóstolo

Judeu, da tribo de Benjamim, originário de Tarso, chamava-se Saulo. Converteu-se ao cristianismo e tornou-se o grande e insuperável missionário, o apóstolo dos gentios. Foi ele quem lançou as bases da evangelização no mundo helênico, fundando numerosas comunidades e percorrendo toda a Ásia Menor, a Grécia e Roma, anunciando o Evangelho de Jesus Cristo crucificado, morto e ressuscitado pelo poder de Deus. 
São Paulo foi o primeiro a elaborar uma teologia cristã. Ao lado dos Evangelhos, as suas epístolas são as fontes de todo o pensamento e de toda a vida mística cristã. Isto coloca-o num lugar de destaque entre os maiores pensadores da história do cristianismo. 
São Paulo era um homem de fortes paixões e de grande poder de liderança e de organização. É a figura mais cosmopolita de toda a Bíblia. Segundo os estudiosos, Paulo era um homem da cidade, e em nenhum lugar de seus escritos mostra qualquer mentalidade ou interesse pela vida rural ou pela vila. 
Nunca houve conversão mais ruidosa do que a sua, tão pouco houve mais sincera, pois o mais furioso perseguidor de Jesus Cristo passou, de repente, a ser um dos seus mais fervorosos apóstolos.s tempos da Igreja.
Morreu crucificado como Jesus, mas de cabeça para baixo, pois não se achava digno de morrer de maneira igual ao mestre.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SCAV - Fortaleza


Óbolo de São Pedro



Óbolo de São Pedro: contribuição para as obras de caridade do Papa

Neste domingo (2), será celebrada em todo o Brasil a solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo comemorado dia 29 de julho. Na ocasião, tradicionalmente é realizada a coleta do Óbolo de São Pedro, ajuda econômica que os fiéis oferecem ao papa em favor das obras de caridade e dos mais necessitados.

Reprodução
As doações realizadas nas paróquias anualmente pelos católicos são destinadas as obras sociais, a iniciativas humanitárias e de promoção social. Essa oferta é a expressão mais significativa da participação dos fiéis nas iniciativas de caridade da Igreja no mundo. Também é possível contribuir em qualquer momento, no site do Vaticano.

“É de suma importância que nossas comunidades abracem essa proposta da Igreja, toda ajuda, por menor que seja, é muito importante. O óbolo não é mais uma forma de fazer caridade, mas é a caridade que é feita na comunhão da Igreja apostólica, todos olham para os necessitados com o olhar de Pedro”, ressalta o secretário executivo das Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Luis Fernando da Silva.

De acordo com o Vaticano, o Santo Padre, enquanto Pastor da Igreja, se preocupa também com as necessidades materiais de dioceses pobres, institutos religiosos e fiéis em graves dificuldades (pobres, crianças, idosos, marginalizados, vítimas de guerras e desastres naturais; ajudas particulares a Bispos ou Dioceses em necessidade, educação católica, ajuda a refugiados e migrantes, etc.).

“O óbolo de São Pedro é uma expressão da comunhão da Igreja com o sucessor do apóstolo Pedro. Por meio da comunhão dos bens asseguramos ao Santo Padre o Papa Francisco fazer a caridade a muitas realidades carentes da Igreja”, diz padre Luis Fernando da Silva

A inspiração da prática do óbolo remonta à Igreja primitiva: “a base primeira para a manutenção da Sé Apostólica deve ser constituída pelas ofertas dadas espontaneamente pelos católicos de todo o mundo, e eventualmente também por outras pessoas de boa vontade. Isto corresponde à tradição que tem origem no Evangelho (Lc 10,7) e nos ensinamentos dos Apóstolos” (1 Cor 11,14) – Carta de João Paulo II ao cardeal Secretário de Estado, 20 de Novembro de 1982.

O hábito de apoiar materialmente aqueles que têm a missão de ajudar os que têm a missão de anunciar o Evangelho e cuidar dos necessitados nasce com o próprio cristianismo. Nos finais do século VIII, os anglosaxões decidiram enviar de maneira estável uma contribuição anual ao Santo Padre, o chamado “Denarius Sancti Petri” (Esmola a São Pedro). Então, em 5 de Agosto de 1871, o Papa Pio IX reconheceu oficialmente o Óbolo de São Pedro com a encíclica “Saepe Venerabilis”.

A partir de 2016, a Santa Sé decidiu tornar o Óbolo de São Pedro mais acessível e criou o site e canais nas redes sociais dedicados a esta milenar tradição. No Twitter, o Óbolo de São Pedro está presente em três línguas: italiano, inglês e espanhol. 

Fonte: http://cnbb.net.br

SCAV - Fortaleza

Intenções do Papa



Intenção do Apostolado da Oração - julho



PELA EVANGELIZAÇÃO: Pelos irmãos que se afastaram da fé, para que, através da nossa oração e do nosso testemunho evangélico, possam redescobrir a proximidade do Senhor misericordioso e a beleza da vida cristã.



Fonte: Liturgia Diária da Paulus, p. 2.

SCAV - Fortaleza

S. Camilo de Lellis, festa solene para os religiosos camilianos

S. Camilo de Lellis, presbítero, fundador, +1614 São Camilo de Lellis, nasceu em Bucchianico de Chieti. O seu pai era marquês, homem ...