sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Bvs. André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro Presbs. e Comps. Mts., memória



Beatos André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, presbíteros, e Mateus Moreira, mártires, +1645 

Mártires do Rio Grande do Norte

No dia 16 de julho de 1645, os holandeses que ocupavam o nordeste do Brasil, chegaram a Cunhaú, no Rio Grande do Norte, onde residiam vários colonos ao redor do Engenho, ocupados no plantio da cana-de-açúcar. Era um domingo. Na hora da missa, 69 pessoas se reuniram na capela de Nossa 
Senhora das Candeias. A capela foi cercada e invadida por soldados e índios que trucidaram a todos que aí estavam, inclusive o Pároco Pe. André de Soveral que celebrava a missa. Não opuseram resistência aos agressores e entregaram piedosamente suas almas ao Criador.

Aterrorizados com o acontecimento de Cunhaú, muitos moradores de Natal pediram asilo no Forte dos Reis Magos ou se refugiaram em abrigos improvisados. No dia 3 de outubro, foram levados para as margens do Rio Uruaçu, onde os aguardavam índios e soldados holandeses armados. Eram cerca de 80 pessoas. Os holandeses, de religião calvinista, trouxeram um pastor protestante para demovê-los de sua fé católica. Todos resistiram a esta tentativa e foram barbaramente sacrificados. Entre eles estava Mateus Moreira que, ao lhe ser arrancado o coração pelas costas, morreu exclamando: "Louvado seja o Santíssimo Sacramento".

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Santos Anjos da Guarda, memória



Santos Anjos da Guarda - Ofício próprio da memória

Os Anjos são antes de tudo os mediadores das mensagens da verdade Divina, iluminam o espírito com a luz interior da palavra. São também guardiões das almas dos homens, sugerindo-lhes as directivas Divinas; invisíveis testemunhas dos seus pensamentos mais escondidos e das suas acções boas ou más, claras ou ocultas, assistem os homens para o bem e para a salvação. São Grégorio Magno diz, que quase cada página da Revelação escrita, atesta a existência dos Anjos. No Novo Testamento aparecem no Evangelho da infância, na narração das tentações do deserto e da consolação de Cristo no Getsemani. São testemunhas da Ressurreição, assistem a Igreja que nasce, ajudam os Apóstolos e transmitem a vontade Divina. Os Anjos preparam o juízo final e executarão a sentença, separando os bons dos maus e formarão uma coroa ao Cristo triunfante. Eles os Anjos,são mencionados mais de trezentas vezes no Antigo Testamento. Além de todas essas referências bíblicas, que por si só justificam o culto especial que os cristãos reservam aos anjos desde os primeiros tempos, é a natureza destes "espíritos puros" que estimula nossa admiração e nossa devoção.

Dizia Bozzuet : "Os Anjos oferecem a Deus as nossas esmolas, recolhem até os nossos desejos, fazem valer diante de Deus os nossos pensamentos... Sejamos felizes de ter amigos tão prestativos, intercessores tão fiéis, intérpretes tão caridosos." Fundamentando a verdade de fé, a Igreja nos diz que cada cristão, desde o momento do baptismo, é confiado ao seu próprio Anjo, que tem a incumbência de guardá-lo, guiá-lo no caminho do bem, inspirando bons sentimentos, proporcionando a livre escolha que tem como meta Deus, Supremo Bem. A liturgia do dia 29 de setembro, que celebramos São Miguel, São Gabriel e São Rafael, lembra ao mesmo tempo todos os coros angélicos: os Anjos, os arcanjos, os Tronos, as Dominações que adoram, as Potestades que tremem de respeito diante da Majestade Divina, os céus, as virtudes, os bem-aventurados serafins e os querubins.

O Inicio da celebração da festa distinta para os Santos Anjos da Guarda, começou desde o século XVI, universalizada pelo Papa Paulo V, depois que em 1508 Leão X aprovou o novo Ofício composto pelo franciscano João Colombi.

Oração: Santo Anjo do Senhor, Meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade Divina, sempre me rege, guarda, governa e ilumina. Amém. 

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Sta. Tersinha do Menino Jesus VgDra, memória



Santa Teresa do Menino Jesus, virgem, doutora da Igreja (+ Lisieux, França, 1897)

Discreta e silenciosa, durante a vida quase não chamou a atenção sobre si. Parecia uma freira comum, sem nada de excepcional. Faleceu aos 24 anos, tuberculosa, depois de passar por terríveis sofrimentos. Enquanto agonizava, ouviu duas freiras comentarem entre si, do lado de fora de sua cela:

"Coitada da Irmã Teresa! Ela não fez nada na vida... O que nossa Madre poderá escrever sobre ela, na circular em que dará aos outros conventos a notícia da sua morte?" Assim viveu Santa Teresinha, desconhecida até mesmo das freiras que com ela compartilhavam a clausura do Carmelo. Somente depois de morta seus escritos e seus milagres revelariam ao mundo inteiro a verdadeira envergadura da grande Santa e Mestra da espiritualidade. A jovem e humilde carmelita que abriu, na espiritualidade católica, um caminho novo para atingir a santidade (a célebre "Pequena Via"), foi declarada pelo Papa João Paulo II Doutora da Igreja.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe



Intenções do Apostolado da Oração



Intenções do Papa - outubro 2014

GERAL: Paz

Para que o Senhor conceda paz às regiões do mundo mais atormentadas pela guerra e pelo violência.

MISSIONÁRIA: Jornada Missionária Mundial

Para que a Jornada Missionária Mundial desperte em todos os fiéis a paixão e o zelo de levar o Evangelho ao mundo inteiro.


Fonte: Diretório da Liturgia da CNBB, p. 168.

SAV - Equipe

Começa hoje, 1º de outubro, a Semana Nacional da Vida



Dioceses do Brasil celebram a Semana Nacional da Vida

QUARTA, 01 OUTUBRO 2014 10:19 CNBB
Tem início hoje, 1º de outubro, a Semana Nacional da Vida, que culmina com o Dia do Nascituro, celebrado na quarta-feira, 8. Trata-se de uma mobilização em todo o país, com intensa programação nas dioceses, paróquias e comunidades. A data é fixa no calendário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e propõe à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural.

Para auxiliar na organização e vivência das atividades de evangelização, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e Comissão Nacional da Pastoral Familiar oferecem o subsídio “Hora da Vida” 2014. Este ano o tema de reflexão é “Vida e Missão: lançar as redes em águas mais profundas”.

O subsídio deste ano tem a colaboração da Comissão da Pastoral Familiar do regional Sul 4 da CNBB. No texto de apresentação, o bispo de Caçador (SC) e referencial da Pastoral Familiar, dom Severino Clasen, explica que o tema escolhido para o “Hora da Vida” está em sintonia com Campanha da Fraternidade 2014 – “Tráfico Humano”. “Queremos uma pátria livre de opressão, contra toda espécie de exploração e atitudes que machucam a vida”. O bispo lembrou que todos são “chamados a cuidar e preservar a vida como dom maior”.

Em sua 4ª edição, a publicação oferece sete encontros com diferentes abordagens.  O primeiro tema é “Vida e cultura do encontro”. Tem como base os ensinamentos da primeira Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelli Gaudiu”. Outras temáticas são sugeridas para as reuniões em grupos como responsabilidade política e social, educação para o amor, memória e gratidão; todos eles voltados para a reflexão sobre a vida.

Vivência

O subsídio “Hora da Vida” traz também em seu conteúdo discursos e homilias do papa Francisco sobre a missão e a vida, além de reflexão do pontífice a respeito da proteção do nascituro, sugestões de celebrações e roteiros de vigílias de oração, bênção para crianças, pessoa idosa e enfermas. A Comissão Nacional orienta as comunidades para que organizem reuniões familiares e de grupos, em todos os ambientes, para aprofundar o valor único e próprio da vida. Outras iniciativas podem ser promovidas na cidade como caminhadas, seminários de estudos, fóruns de debates, entre outros.

O bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Carlos Petrini, explica que o material “constitui em uma preciosa ajuda para compreender, com fundamento em conhecimentos científicos e teológicos, a beleza da vida, sua grandeza e dignidade, seu incompatível amor valor, numa linguagem acessível, mesmo para quem não é especialista”.

Dom Petrini chama atenção para a necessidade da valorização da vida. “Compreender e admirar são passos necessários para acolher e respeitar a vida, para superar a visão da cultura dominante que tende a banalizar e a considerar de maneira superficial”, afirma.

Mobilização

A Semana Nacional da Vida foi instituída em 2005 pela 43ª Assembleia Geral da CNBB. O Dia do Nascituro é dedicado ao novo ser humano, à criança que ainda vive dentro da barriga da mãe. A data celebra o direito à proteção da vida e saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio. O objetivo é suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.

O assessor nacional da Comissão Vida e Família da CNBB, padre Rafael Fornasier, destaca que o evento buscar promover a cultura da vida na sociedade. “A atividade da Semana Nacional da Vida e do Dia do Nascituro é uma feliz iniciativa da Igreja. Busca ecoar na consciência não só dos católicos, mas também de todos os homens e mulheres de nossa sociedade, o quão é necessário criar uma cultura da vida numa realidade que, muitas vezes, passou a considerar certas condições humanas como descartáveis”, diz o assessor.

De acordo com padre Rafael, a partir de iniciativas da Semana da Família, espera-se que, cada vez mais, as comunidades trabalhem para humanizar o cuidado com a vida humana, desde sua concepção até o fim natural.

Baixe os materiais de divulgação: Cartaz da Semana Nacional da Vida e Apresentação do subsídio "Hora da Vida".

Fonte: site oficial da CNBB

SAV - Equipe

Tudo pronto para o Sínodo da Família



Próximo domingo, 5, é a missa de abertura, precedida por uma vigília de oração no sábado

Por Sergio Mora
ROMA, 30 de Setembro de 2014 (Zenit.org) - Tudo pronto para a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que se realizará do 5 ao 19 de outubro de 2014, e que cujo tema é: "Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização".
"No domingo, 5 de outubro de 2014 às 10 horas, o Santo Padre Francisco celebrará a Santa Missa na Basílica de São Pedro, durante a abertura da Assembleia Extraordinária do Sínodo dos Bispos”, confirmou hoje o porta-voz da Santa Sé, Padre Federico Lombardi.
Lembrou também lembrou que a Missa e a homilia do Papa Francisco será precedida, na tarde do sábado, por uma vigília de oração organizada na Praça de São Pedro pela Conferência Episcopal Italiana.
"Não se exclui que o Papa possa cumprimentar os fieis durante a vigília”, disse o porta-voz, embora disse que a primeira intervenção oficial de Francisco no Sínodo será na homilia dominical, a ser seguida com umas palavras por causa do Angelus".
No sínodo dos bispos participarão 253 pessoas de todo o mundo. Dentre elas, 14 casais.
Esta primeira etapa, a assembleia geral extraordinária de todos os bispos, é "destinada a esclarecer o status quaestionis e recolher testemunhos e propostas dos bispos para proclamar e viver o evangelho de forma credível para a família"; a segunda, em 2015, a verdadeira e própria Assembleia Geral deverá "buscar linhas operacionais para a pastoral da pessoa humana e da família”.
O Sínodo vai usar o Instrumentum Laboris, que é o resultado de uma pesquisa promovida pelo documento preparatório, que incluía um questionário de 39 perguntas, que teve uma "acolhida positiva e uma resposta ampla, tanto do povo de Deus quanto do público em geral", disse no dia 24 de junho o Cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo dos Bispos.
O Sínodo não decide, não é um parlamento, mas dá as pautas para que o Santo Padre possa tomar as decisões que julgar apropriado.
O tema da família é muito amplo e os bispos e cardeais apresentarão as suas diversas experiências. Será muito importante redescobrir a beleza da família, bem como os problemas específicos, como o das famílias emigrantes divididas ou reunidas, que afeta milhões de pessoas; ou dos jovens que não se casam; ou a devida formação e acompanhamento dos recém-casados​​.
Em várias ocasiões nos últimos meses, bispos e cardeais têm apontado que o tema da família deve ser tratado em toda a sua amplitude, não reduzindo o sínodo a um problema particular, como muitas vezes acontece na mídia.

Fonte: Zenit.org

SAV - Equipe

Evitemos lamentações teatrais, rezemos por aqueles que realmente sofrem



Durante sua homilia em Santa Marta, o Papa Francisco citou a oração de Jó como um ato de "verdade diante de Deus"

Por Luca Marcolivio
ROMA, 30 de Setembro de 2014 (Zenit.org) - Mais de uma vez, no decurso da homilia matutina, o Papa Francisco usou o termo "deusa lamentação", para advertir sobre a atitude de muitos cristãos pouco dispostos a dar graças ao Senhor e que tendem a ver o ‘copo meio vazio’ da própria vida.
Durante a missa em Santa Marta, o Papa falou das "lamentações teatrais", fazendo alusão aos que não estão cientes do que realmente sofrem.
Um bom exemplo é o sofrimento de Jó, protagonista da primeira leitura de hoje (Gb 3,1-3.11-17.20-23), um homem que "foi posto à prova, perdeu toda a sua família, perdeu todos os seus bens, perdeu sua saúde e seu corpo inteiro tornou-se uma chaga, uma chaga nojenta". Por isso, Jó chega a  amaldiçoar a própria vida.
Semelhante é o caso de Jeremias, que usa palavras muito parecidas: "Maldito o dia em que nasci!" (Jr 20,14-18). Surge espontaneamente a dúvida se tal declaração é uma "blasfêmia", disse o Santo Padre.  E quando Jesus crucificado diz: "Pai, por que me abandonaste?". Na verdade, explicou o Papa, é uma "oração", assim como a de Jó.  
"Muitas vezes - disse o Papa - eu ouço pessoas que estão passando por situações difíceis, dolorosas, em que perderam tudo, se sentem sós e abandonadas... vêm reclamar e me perguntam: por que? E se rebelam contra Deus. Eu então lhes digo: “Continue a rezar assim, porque isto é uma oração. Quando Jesus disse a seu Pai ‘Por que me abandonou?’ ele estava rezando!”
Portanto, a oração de Jó significa “se tornar verdade diante de Deus” e ele "não podia rezar de outro modo". “Reza-se com a verdade – prosseguiu- a verdadeira oração vem do coração, do momento que vivemos; é a oração dos momentos da escuridão, quando não vemos esperanças, não vemos o horizonte”.
Hoje em dia, observou o Papa, muita gente está "na situação de Jó" e "não entende o que lhe acontece". Há muitos "irmãos e irmãs que não têm esperança", como, por exemplo, os cristãos que por serem cristãos “são expulsos de suas casas e ficam sem nada”, disse o Papa recordando o drama do Oriente Médio.
Eles podem pensar: “Senhor, eu acreditei em você. Por que? Crer foi uma maldição, Senhor?”.
O pensamento do Papa passou também pelos "anciãos deixados de lado", pelos "doentes", pelas “pessoas solitárias, nos hospitais". Pessoas por quem a “Igreja reza” e “assume esta dor".
No entanto, muitos que não sofrem de "doenças", "fome" ou "necessidades importantes", quando sentem um pouco "de escuridão na alma", acreditam ser “mártires" e param de rezar.
Há aqueles que dizem: "Estou com raiva de Deus, eu não vou à missa!". E fá-lo "por qualquer coisinha”. Santa Teresinha do Menino Jesus, nos últimos meses de sua vida "tentava pensar no céu, sentia dentro de si, como se uma voz lhe dissesse: Não seja boba, não invente coisas; sabe o que te espera? Nada!".
Diante desta terrível tentação, Teresa "rezava e pedia força para seguir em frente, na escuridão. Isso se chama “entrar na paciência ", explicou o Pontífice.
"Nossa vida é muito fácil - continuou ele - nossas lamentações são lamentações teatrais. Diante das lamentações de tanta gente, de irmãos e irmãs que estão na escuridão, que quase perderam a memória, a esperança - que vivem aquele 'exílio de si mesmo', estão exilados também de si próprios – nada!”.
E Jesus percorreu a mesma estrada: a noite no Monte das Oliveiras até a última palavra na Cruz: 'Pai, porque me abandonaste?'".
Na conclusão de sua homilia, o Papa Francisco recomendou duas coisas. Primeiro, preparar o coração para quando vier a escuridão"; e "rezar, como reza a Igreja, com a Igreja, por tantos irmãos e irmãs que sofrem o exílio de si próprios, na escuridão e no sofrimento, sem uma esperança palpável", por todos estes 'Jesus sofredores', que existem no mundo. 

Fonte: Zenit.org

SAV - Equipe

Santos Anjos da Guarda, memória

Santos Anjos da Guarda Os Anjos são antes de tudo os mediadores das mensagens da verdade Divina, iluminam o espírito com a luz inte...