domingo, 6 de julho de 2014

Sta. Maria Goretti VgMt., MFac



Santa Maria Goretti, virgem, mártir, +1902

Santa Maria Goretti ou Marieta, como também era chamada, foi uma daquelas santas que morreram pelo facto de não quererem cometer pecado. Nascida na cidade de Corinaldo, província de Ancona, Itália, Maria Goretti e sua família foram obrigados a mudar-se para o inóspito Agro Pontino, na localidade de Ferrieri di Conca, em busca de trabalho.
Seus pais trabalhavam na lavoura enquanto Maria cuidava dos seus quatro irmãos mais novos.
Pouco tempo depois, quando a menina tinha dez anos, seu pai morreu de doença grave. Sua mãe, Assunta, trabalhava duramente no campo para ganhar o sustento da casa. Além de cuidar da casa e dos irmãos, Maria aproveitava o tempo que lhe restava para correr até à Igreja mais próxima e aprender o catecismo. Aos doze anos, num domingo de Maio, pôde fazer a primeira comunhão. Apesar de ter somente doze anos, Maria Goretti era muito crescida, o que chamou a atenção de um jovem garoto de 18 anos, Alexandre Serenelli. Um dia, aproveitando um momento em que Maria estava sozinha com sua irmã mais nova, Alexandre procurou seduzí-la. Diante da resistência da jovem menina, Alexandre apunhalou-a com vários golpes. A santa foi transportada ao hospital e antes de morrer perdoou ao assassino com as seguintes palavras: "Por amor a Jesus perdôo e quero que venha comigo para o paraíso". Alexandre foi condenado a trabalhos forçados até os 27 anos, altura em que foi absolvido por boa conduta. Ele conta ter tido uma visão da pequena mártir, que o fez mudar de vida. Maria Goretti foi canonizada em 1950.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe


sábado, 5 de julho de 2014

Sto. Antônio Maria Zaccaria Presb, MFac



Santo Antônio Maria Zacarias, presbítero, fundador, +1539

Nasceu em Cremona, por volta de 1502. Sua mãe tinha 18 anos quando ficou viúva. Embora rico, vestia-se com modéstia e escolheu a profissão de médico para ficar mais perto da gente humilde e servir o povo. Em 1528, com 26 anos, abandonou a medicina e fez-se sacerdote. Partiu para Milão e com a ajuda de dois amigos, Tiago Morigia e Bartolomeu Ferrari, fundou a congregação dos Clérigos Regulares de São Paulo.

Os "Barnabitas", assim chamados porque residiam junto à igreja de São Barnabé, em Milão, obedeciam a uma Regra e professavam os votos religiosos. Mas não se consideravam monges nem frades. O seu carisma específico era evangelizar e administrar os sacramentos, promovendo a reforma do clero e dos leigos.

Com a ajuda de Luísa Torelli, Condessa de Guastalla, surgiu a congregação feminina das Angélicas, para a reforma dos mosteiros femininos. Santo António Maria Zacarias ajudou na preparação do Concílio de Trento, cuja influência ainda persiste na Igreja de nossos dias. Foi também promotor da devoção à Eucaristia e da adoração ao Santíssimo Sacramento. Morreu em 1539, aos 37 anos, na mesma casa onde tinha nascido, tendo a seu lado sua mãe.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe




sexta-feira, 4 de julho de 2014

Sta. Isabel Rainha de Portugal, MFac



Santa Isabel de Portugal, rainha, +1336

Filha do rei D. Pedro II de Aragão e da rainha D. Constança. Pensa-se que tenha nascido em princípios de 1270. Em Barcelona? Não sabemos ao certo. 

Casou-se em 1282 com D. Dinis, rei de Portugal. Neta de Jaime I o Conquistador, bisneta de Frederico II da Alemanha, deles herdou a energia tenaz e a força de alma. Mas caracterizava-se principalmente pela bondade imensa e pelo espírito equilibrado e justo de Santa Isabel da Hungria, sua parente próxima. Era mulher cheia de doçura e de bondade. Gostava da vida interior e do trabalho silencioso, jejuava dias sem conta ao longo do ano, comovia-se com os que erravam, rezava pelo Livro de Horas, cosia e fazia bordados na companhia das damas e distribuía esmolas aos necessitados. 

Aos 20 anos foi mãe de D. Afonso IV, o Bravo, que foi a sua cruz. Caso único na 1ª dinastia portuguesa, a vida deste homem foi pura e nisto se vê influência de sua mãe.

Era discreta esta jovem rainha que obrigava o filho a obedecer ao pai (ele era o rei), que fingia ignorar as andanças do rei e que criava os seus filhos ilegítimos. Na política peninsular de então, o seu poder moderador fez-se sentir profundamente. Serviu de juiz nas rixas entre D. Dinis, seu irmão e seu turbulento filho.

Após a morte de D. Dinis, vestiu o hábito de Santa Clara. Construiu mosteiros e hospitais. Morreu em Estremoz a 4 de Julho de 1336. Foi canonizada a 25 de Maio de 1625 pelo papa Urbano VIII. Portugal venera-a com a antonomásia de Rainha Santa.

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe


quinta-feira, 3 de julho de 2014

Seminário São Camilo Pinhais: Pensamentos de S. Camilo de Lellis

Seminário São Camilo Pinhais: Pensamentos de S. Camilo de Lellis: "Deus está conosco, vamos para frente! A vida é um dom, é um talento que precisamos empregar bem. Devemos colocar no Céu todas as noss...

S. Tomé Ap, festa



S. Tomé, apóstolo, mártir

São Tomé foi um dos doze apóstolos de Jesus. Era israelita. O seu nome consta na lista dos quatro evangelistas. 

O Evangelho de São João dá-lhe grande destaque. Em João 11,16, ele incita os discípulos a seguir Jesus e a morrer com ele na Judeia: "Tomé, chamado Dídimo, disse então aos discípulos: 'Vamos também nós, para morrermos com ele!'"

É ele que pergunta a Jesus, durante a Última Ceia, sobre o caminho que conduz ao Pai: 'Senhor (diz Tomé), não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?' Diz-lhe Jesus: 'Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai a não ser por mim'" (João 14,5-6). 

Tomé encontrou Jesus Ressuscitado (João 21,2). Temperamento audacioso e cheio de generosidade, percorreu as etapas da fé e professou que Jesus era realmente Deus e Senhor. Oito dias depois, achavam-se os discípulos, de novo, dentro de casa, e Tomé com eles. Jesus veio, estando as portas fechadas, pôs-se no meio deles e disse: "A paz esteja convosco!". Disse depois a Tomé: "Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!" Respondeu-lhe Tomé: "Meu Senhor e meu Deus!" (João 20,26-28).

Com este acto de fé e de amor a Jesus, apagou a sua dureza e deixou à Igreja a melhor jaculatória: "Mais nos serviu para a nossa fé, diz S. Gregório Magno, a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos fiéis". 

Felizes os que acreditamos sem ter visto, só em virtude da palavra dos que viram! 

Fonte: http://evangelhoquotidiano.org

SAV - Equipe



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Intenções do Papa



Intenções do Apostolado da Oração

Geral: Esportes

Para que a prática dos esportes seja sempre ocasião de fraternidade e de crescimento humano.

Missionária: Evangelização nos países mais pobres

Para que o Espírito Santo sustente o trabalho dos leigos e leigas que anunciam o Evangelho nos países mais pobres.


Fonte: Diretório da Liturgia, CNBB, p. 127.

SAV - Equipe

São Pedro, o primeiro de 264 Papas



Quais são as qualidades humanas do apóstolo, que convenceram Jesus a torná-lo o primeiro Papa?

Por Piero Gheddo
ROMA, 01 de Julho de 2014 (Zenit.org) - São Pedro, o apóstolo que Jesus escolheu como seu sucessor na liderança da comunidade de seus discípulos. Quais são as qualidades humanas de Pedro, que convenceram Jesus a torná-lo o primeiro Papa? Pedro era chefe de uma companhia de pesca, um homem autentico, honesto e transparente, de bondade natural, prudência e coragem, com experiência de vida.

1) A principal característica de sua vida é o amor apaixonado por Cristo e a fé Nele. Significativa a tríplice questão de Jesus: "Pedro, tu me amas mais do que estes?". E sua resposta: "Senhor, tu sabes tudo. Tu sabes o quanto eu te amo. "Não era uma fé intelectual, alimentada por estudos, mas um amor total à pessoa de Cristo. "E vós, quem dizeis que eu sou?". Pedro foi o primeiro a dar a resposta correta: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". O cristianismo é essencialmente a fé e o amor apaixonado por Jesus Cristo, que significa imitá-lo e fazê-lo conhecido. “Quereis vós também retirar-vos?” Pedro respondeu: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna.

A fé e o amor a Cristo mostra a Pedro todas as suas limitações e pecados. Escuta do Mestre: "Para trás de mim, Satanás! Você não pensa como Deus, mas como os homens”. Na noite de Sexta-feira Santa trai Jesus: "Não conheço este homem". E quando Jesus estava em agonia na Cruz, Pedro não aparece, ele foge. Tudo isso desencorajaria Pedro, o tornaria pessimista, o afastaria de Cristo”.

Em vez disso, como verdadeiro homem, ele foi humilde e reconheceu o seu pecado, chorando amargamente, acredita que o amor de Cristo purifica, redime, renova. A consciência de seu pecado não diminui, mas aumenta seu amor apaixonado por Cristo. Se eu me sinto triste pelo meu pecado é porque não sou humilde. "Deus perdoa sempre, nós que nos cansamos ​​de pedir perdão.”

Eis o exemplo mais pungente de Pedro. Descobrir-se homem e pecador (“Senhor, afasta-Te de mim – diz a Jesus-  que sou um homem pecador"). Isso não o abate, ele sabe que o amor a Cristo vence tudo e retoma o seu caminho com novo vigor.

Jesus ama as pessoas autênticas e Pedro era assim. Retorna sob seus passos e no Cenáculo está com Maria e os outros Apóstolos para receber o Espírito Santo. Então, se enche de coragem e ao Sinédrio, que o proibiu de falar sobre Cristo responde: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens”. Lança o desafio e está disposto a receber uma boa dose de chicotadas, a ser preso e, no final da vida a morrer crucificado como seu Mestre, mesmo com a cabeça para baixo.

2) Pedro foi o primeiro Papa e representa a sucessão interminável de 265 Papas que nos unem a Cristo. Jesus deixou uma mensagem a ser transmitida ao longo dos séculos e criou a comunidade de fiéis, a Igreja, com um líder, o Papa. Um homem como todos os outros, fraco e pecador, mas que tem a assistência do Espírito Santo para preservar fé e transmiti-la através de bispos e sacerdotes pelos séculos dos séculos.

Jesus dá a Pedro as chaves do reino (Mateus 16, 18-19), a tarefa de confirmar os irmãos na fé (cf. Lc 22, 32), a missão de apascentar o rebanho de Cristo (Jo 21, 15-19). E então, antes de subir ao Céu, prometeu o Espírito Santo: "Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir."(Jo 16, 7-15).

Em dois mil anos, a Igreja Católica, com o auxílio do Espírito Santo, mudou muitas vezes, mas sempre na fidelidade ao Evangelho. O Papa continua a liderar a Igreja e especialmente nos últimos tempos adquiriu um poder de persuasão e de comoção como nenhuma outra autoridade no mundo.

Como é bela a nossa fé! Na confusão de ideias propostas em nosso tempo, temos conosco o Vigário de Cristo, o representante de Jesus na terra. Ele não está sozinho, mas age em comunhão com cerca de 4.500 Bispos da Igreja Católica e tem o auxílio do Espírito Santo.
Dom Aristide Pirovano (1915-1997), fundador da diocese de Macapá na Amazônia brasileira (1946-1965) e Superior Geral do PIME (1965-1977), em tempos de relativismo e divisões na Igreja, falando e escrevendo aos missionários se refere ao Papa, muitas vezes, dizendo: "Minha linha é estar sempre com o Papa". Aos que partiam em missão disse (22 de setembro 1968):

"Queridos irmãos, apenas no Papa e com o Papa se realiza a união com Cristo, pela qual Jesus rezou no Cenáculo: “E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela tua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste." (Jo 17, 20-23)." Assim, nós também estaremos unidos.

3) Hoje, o Senhor enviou-nos um Papa que está estabelecendo as bases para levar a Igreja para mais perto de Cristo e cada vez mais a serviço do povo de Deus. O Papa João XXIII convocou o Concílio Vaticano II, Papa Francisco está a consultar os bispos e as comunidades cristãs para mostrar a conversão da Igreja, ou seja, de todos nós, começando com os bispos, sacerdotes e pessoas consagradas.

Francisco é o primeiro Papa das missões e leva para nossas igrejas antigas o entusiasmo da fé e da cooperação na ação evangelizadora da Igreja, que o Espírito suscitou na jovem comunidade fundada por missionários.

Não é fácil entender e seguir o Papa, o melhor método é ler e meditar rezando com sua Carta Apostólica. "Evangelii Gaudium", A Alegria do Evangelho, escrito como Francisco fala, espontaneamente, portanto, facilmente compreensível e muito legível, concreta, prática, provocativa. Precisamos compreender, amar o Papa, rezar por ele e pedir ao Espírito Santo para acender em nós o "fogo de Pentecostes", que pode inflamar o mundo e trazer as pessoas para o rebanho de Cristo e a humanidade em um caminho para o Reino de Deus.
(Artigo retirado do blog "ARMAGHEDDO." Atualidade do pinto de vista do Pe. Piero Gheddo, missionário- jornalista. Site oficial: http://www.gheddopiero.it/)
(Trad.:MEM)

Fonte: Zenit.org

SAV - Equipe

Santos Anjos da Guarda, memória

Santos Anjos da Guarda Os Anjos são antes de tudo os mediadores das mensagens da verdade Divina, iluminam o espírito com a luz inte...